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Curiosidades
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Estudo de pesquisadores aponta: "o divórcio pode ser contagioso"
07/07/2010 07:00
Postado por Maria Luiza Póvoa
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Parece que a gente não se cansa mesmo de copiar os outros. Mesmo quando o papo é bem sério, tipo o fim de um casamento. Um novo estudo (feito por pesquisadores das universidades de Brown, California e Harvard) aponta que “o divórcio pode se espalhar entre amigos, irmãos e colegas de trabalho”. Tipo um vírus? É. Em alguns casos, até amigos de amigos entram no bolo e, sem nem saber, influenciam o seu relacionamento. Segundo o estudo, uma pessoa pode ficar até 75% mais propensa a terminar o próprio casamento se alguém bem próximo a ela já tiver mandado o amor passear (se o divorciado exemplar for amigo de um amigo, a “taxa de contaminação” ainda é alta: 33%).
Os autores concluem que “observar a saúde do casamento alheio dá suporte e aumenta a durabilidade da própria relação” e que “o divórcio deve ser entendido como um fenômeno coletivo, que se estende muito além do que àqueles diretamente afetados”. E ainda trazem uma porção de outras constatações interessantes, como, por exemplo, que o risco de divórcio diminui a cada filho que o casal tem e que pessoas populares são menos propensas à separação. (Fonte: Revista Super Interessante/Ed. Abril) |
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A conta da traição
03/02/2010 07:13
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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Foi no blog Mulher 7x7, do site da revista Época, que encontrei essa matéria onde um Deputado defende uma lei que faça o/a amante pagar pensão.
Confira:
Uma terceira pessoa pode ser a responsável pelo fim de um casamento?
Você pode até achar que sim, dependendo da situação e tal, afinal, estamos falando do complexo mundo das relações humanas e seus sentimentos imperfeitos. Mas até que ponto o terceiro vértice de um triângulo pode ser responsabilizado pela dissolução de um matrimônio?
Um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer transferir para o/a amante a responsabilidade pelo pagamento da pensão à parte que dela necessitar. Pois é.
E se o amante ou a amante também tiver embarcado no caso achando que a pessoa estava disponível?
Se essa lei pegasse, cairia o número de denúncias em Brasília?
Fiz essas e outras perguntas para o autor do projeto, o deputado Paes de Lira (Partido Trabalhista Cristão -SP), 56 anos, casado há 31, um coronel da Polícia Militar que entrou para a Câmara na vaga deixada com a morte do deputado Clodovil Hernandes. Paes de Lira está disposto a bancar o polêmico debate. Ele acha que, desde que o adultério deixou de ser crime, “terceiros passaram a se aventurar despreocupadamente a se imiscuir em comunhões de vidas alheias, concorrendo impunemente para desgraçar lares e desestruturar famílias, sem qualquer obrigação legal”.
Nunca passei por nada igual, mas tendo a acreditar que um terceiro só entra para acabar com uma relação quando há fissuras graves no alicerce do casal. Aí a casa cai. Também acho complicada essa equação de passar a conta para alguém que chegou depois. Leia a entrevista com Paes de Lira logo abaixo.
O projeto de lei tramita na Câmara dos Deputados e precisa ainda passar pelo crivo de três comissões temáticas antes de seguir para o Senado, enfrentar o mesmo trâmite, e um dia virar lei. Pode ser que essa lei nunca chegue a existir, mas o debate está lançado.
E você, o que acha?
A seguir, a entrevista com o deputado.
Mulher 7×7 - Por que o senhor apresentou esse projeto?
Paes de Lira – Como parlamentar, tenho que ficar atento a tudo que seja relevante no cenário jurídico, social e político. No meu gabinete temos uma preocupação muito forte com a preservação dos valores familiares. Trabalhamos contra a desfiguração da família, por isso tentamos entender as hipóteses que levam ao rompimento da família. Com relação à flexibilização do divórcio, por exemplo, eu fui contra porque fazer tudo a toque de caixa não favorece uma possível reflexão e, quem sabe, uma reconsideração. O código Civil trouxe uma situação nova nas homologações de divórcio. Muitos litigiosos, quando há infidelidade ou injúria, são feitos como consensuais. De um lado para evitar a exposição pública de uma imagem, por outro, para também evitar o pagamento de alimentos à pessoa que foi infiel, rompendo a relação conjugal. O que acontece é que, num primeiro momento, a sentença que sai como consensual exclui a necessidade de pagamento da pensão. A parte culpada renuncia à pensão. Mas muitos têm voltado à Justiça, baseados na necessidade que têm de alimentos, e acabam conseguindo, apesar da decisão inicial. Aí, a parte inocente, que inicialmente concordou com a separação consensual, não tem mais direito de demonstrar a culpa da parte efetivamente culpada. É um by-pass que a lei permite. No final, a parte inocente acaba ficando também com a conta financeira da traição. E, por favor, tome cuidado, que pode ser o traído ou a traída. Independe do gênero. Meu projeto de lei visa dar um tratamento jurídico adequado à parte inocente. Em suma, traz à responsabilidade civil uma pessoa esquecida pela lei, o terceiro que contribuiu para o rompimento da relação. Se a pessoa, embora culpada, necessita de uma pensão alimentícia, então, em vez de a parte inocente ficar com a conta financeira, o projeto chama à responsabilidade a terceira parte.
Um tanto polêmico isso, não é deputado, de transferir para o amante. O senhor acredita que uma terceira pessoa pode ser responsabilizada pelo fim de casamento?
Ora…a pessoa pode até não se sentir responsável, mas sem dúvida contribuiu diretamente para isso. Afinal, não havia uma entidade familiar constituída nos termos da lei? Se essa pessoa se aproxima como um intruso da relação e colabora para desfazer essa sociedade, objetivo ele tem. Só não tem responsabilidade civil. É para acabar com a aventurança. Antigamente, ele podia ser responsável porque adultério era crime. Hoje, esse homem ou essa mulher acaba sendo um ator irresponsável. Eu e minha assessoria sabíamos que seria muito polêmico, mas é um debate construtivo.
É, será um debate bem animado.
Sem dúvida.
O senhor conhece muitas separações assim?
É só olhar em volta. Frequentemente a razão da separação é infidelidade.
Mas se uma pessoa entrar numa relação achando que o outro estava disponível? Não terá agido de má-fé.
Isso também é possível, mas não é muito provável, vamos convir. Geralmente as pessoas conhecem muito bem a situação pessoal do outro. Mas se ele puder provar, naturalmente ele ou ela vai se eximir. Seria raro.
O problema é a indiscrição? E se o caso de um dos cônjuges nunca vier à tona?
Se nunca vier à tona, infelizmente, a parte inocente terá que arcar com a conta financeira da traição. São situações que a lei também não pode prever em toda sua plenitude.
Amantes são os grandes pivôs de denúncias e escândalos aqui em Brasília. Com essa lei, o pessoal pensaria duas vezes?
Olha…(risos), toda essa situação é muito complicada e, muitas vezes, justificada por uma série de motivos, a falta de convívio, o rompimento espiritual entre duas pessoas, mas o casamento é um compromisso, perante a lei civil e religiosa, e isso envolve responsabilidades. As pessoas deveriam refletir antes de dar um determinado passo, principalmente no casamento e, muito particularmente, quando existem filhos que são as grandes vítimas, que mais sofrem com a separação. O projeto de lei visa a lembrar às pessoas que todas elas são responsáveis por tudo o que fazem e também pelo desfecho para o qual contribuírem com sua participação. |
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Curiosidades ...
11/01/2010 03:36
Postado por Maria Luiza Póvoa
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No Brasil, 53% dos nomes de filhos(as) resultam de escolha conjunta dos pais. 28%, só da mãe; 15%, só do pai; 3%, do irmão; e 1%, dos avós.
Em 2009, Júlia (ou Giúlia), Sofia (ou Sophia) e Maria Eduarda, nessa ordem, foram os três nomes femininos mais comuns. Os masculinos foram Gabriel, Artur (ou Arthur) e Mateus (ou Matheus).
Os dados que você acabou de ler foram divulgados em uma pesquisa publicada no jornal FOLHA DE S. PAULO, edição desta segunda-feira (11). |
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Há 24 anos ...
16/04/2009 01:39
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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Nesta data, no ano de 1985, o governo da África do Sul revogava a Lei que proibia o casamento entre brancos e negros. |
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Anulação de casamento por "impotência seletiva"
14/03/2009 06:19
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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"A impotência seletiva, com relação à mulher, com quem o réu somente praticou conjunções carnais raríssimas e de forma dramática, importa em nulidade do casamento, pois se configura o erro essencial quanto à pessoa do marido, preexistente e ignorado"....
De um acórdão do TJRS, confirmando a sentença que deferiu a anulação de casamento. (Pinçado do portal Espaço Vital) |
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Na Itália, preservativo é motivo para anulação de casamento
23/01/2009 11:03
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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A Justiça italiana decidiu considerar o sexo com preservativo como causa de anulação do casamento. Pelo menos é o que disse o jornal "II Messaggero".
Na via recursal, a esposa que pretendia evitar a anulação justificou que o uso do preservativo era necessário, porque o marido, que sofre da "Síndrome de Reiter", poderia transmitir a doença para um futuro filho.
Ao negar o recurso, a Suprema Corte da Justiça italiana considerou que, para a Igreja, as práticas que excluem a procriação podem invalidar o casamento religioso e, por esta razão, ratificou uma decisão do Vaticano, que, em 2005, anulou o casamento em virtude da prática de sexo seguro.
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Orgãos oficiais da Inglaterra autorizam união de dois homens presos
13/01/2009 07:08
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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Pela primeira vez, órgãos oficiais da Inglaterra permitiram a união de dois homens dentro de uma penitenciária. O casamento acontecerá em fevereiro atrás dos muros de Wandworth, próximo ao centro londrino.
A união será realizada entre o detento Mark Spinks, de 47 anos, com o modelo Jason Horton. Nenhum parente dos noivos poderá participar da união e, provavelmente, os guardas serão testemunhas do casório.
Apresentados durante um desfile no qual Jason participava como modelo, os dois estão juntos há mais de 3 anos. A proposta de casamento aconteceu num bar, quando Spinks aguardava o seu julgamento. Ele foi acusado de enganar clientes com investimentos milionários. (Fonte: Mix Brasil/Uol) |
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Curiosidade: Saudita de 1 ano está "grávida"
17/12/2008 10:42
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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Engana-se quem acha que já viu tudo na vida. Essa aí foi publicada no portal Page Not Found.
Confira:

Uma menina saudita de 1 ano chamou grande atenção ao ser constatado que está "grávida".
"Explica-se: a criança na verdade carrega no corpo um irmão gêmeo, que passou a se desenvolver no seu próprio útero durante a gestação da mãe. Agora discute-se o que fazer. Os médicos querem realizar uma cirurgia cesariana. Mas a conservadora sociedade saudita analisa se a retirada do feto pode ser considerada assassinato." |
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Você sabe o que é a SAP ???
23/11/2008 07:11
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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SAP - Síndrome da Alienação Parental - pode ser definida como atitudes do guardião da criança que visam influenciá-la para que odeie o outro genitor, mesmo sem fundamento real.
Tecnicamente, é um conjunto de sintomas associados a uma mesma patologia e que definem o diagnóstico de uma condição médica.
De acordo com a psicóloga Alexandra Ullmann, a SAP "é a maneira pela qual o genitor que possui a guarda do filho menor consegue destruir, de modo implícito, no dia-a-dia, a figura do outro genitor no imaginário da criança ou do adolescente. O afastamento intencional de um dos pais da vida do filho menor deve ser diagnosticado pela medicina e identificado pelo Judiciário, face aos sinais apresentados pelo ente alienador e pela criança".
Na segunda-feira, posto aqui alguns sinais da síndrome, segundo atitudes consideradas mais comuns ao guardião portador de SAP. |
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A menina de 10 anos que se divorciou ...
15/11/2008 11:23
Postado por Maria Luiza Póvoa Cruz
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O drama de Nojood começou quando o pai, um desempregado que antes recolhia lixo nas ruas, quebrou a promessa de não a retirar da escola para lhe arranjar um marido, como fez a outras irmãs. Ela frequentava a segunda classe e adorava estudar Matemática e o Corão. Ele foi buscá-la para a entregar a um homem de 30 anos, o carteiro Faiz Ali Thamer.
No dia do casamento, confiante num alegado compromisso de que a união não seria consumada antes de ela “ser adulta”, a menina ficou fascinada com o dote: três vestidos, um perfume, duas escovas do cabelo, dois hijab (véu islâmico) e um anel cujo preço equivalia a 20 dólares. Este foi logo vendido por Thamer, que comprou roupas para si. A partir dali, a vida da recém-casada só piorou.
“Eu corria de sala em sala para tentar fugir, mas ele acabava sempre por me apanhar”, revelou Nojood ao jornal Yemen Times. “Chorei tanto, mas ninguém me ouvia. Sempre que eu queria brincar no pátio, ele vinha, batia-me e obrigava-me a ir para o quarto com ele. E se seu pedia misericórdia ainda batia e abusava mais de mim. Eu só queria ter uma vida respeitável. Um dia fugi.”
E esse dia foi 2 de abril deste ano, dois meses após o casamento. Sob o pretexto de ir visitar a sua irmã favorita, Haifa (que aos nove anos vende pastilhas na rua), seguiu o conselho da “tia” (a segunda mulher do pai) e foi procurar justiça. Esta mendiga que ocupa um quarto com os seus cinco filhos foi a única que a tentou ajudar.
Nojood apanhou primeiro um ônibuso e depois um táxi e foi até a um tribunal de Sanaa. Ela era tão pequenina, que quase passou despercebida aos magistrados, aos advogados e a outros funcionários. À hora de almoço, quando a multidão se dispersava, relatou o diário Los Angeles. Times, “um juiz curioso aproximou-se dela e perguntou-lhe o que fazia sentada num dos bancos”. A resposta foi: “Eu vim pedir o divórcio.” Mohammed al-Qadhi, o juiz, ficou comovido.
A fotografia acima mostra Nojood ao lado da advogada, em cerimônia na cidade de Nova York, quando foi agraciada com uma das “Dez Mulheres do Mundo de 2008. (Fonte: Blog Diário de um Juiz, Dr. Carlos Zamith Júnior, Juiz de Direito do TJ-AM) |
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